Operações otimizadas: Como aplicar automação sobre a Segurança que importa ao negócio

Com o crescimento da IA aplicada às SecOps das empresas, garantir mais eficiência tecnológica ao setor se tornou essencial para garantir o papel da SI nas estruturas empresariais. Esse foi tema de destaque em Painel do Security Leaders Nacional

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No contexto atual, em que empresas precisam unir eficiência operacional, controle de custos e proteção inteligente, a automação nas operações de Cyber se tornou prioridade entre CISOs. Esse movimento ficou evidente no Painel de Debates do Congresso Security Leaders Nacional, alinhado às discussões recentes do World Economic Forum (WEF) sobre a diferença de confiança entre CEOs e CISOs quanto ao uso de IA em segurança cibernética.

 

Segundo Amaro Neto, CISO do Hospital Ernesto Dornelles, o desafio deixou de ser apenas o que proteger — e passou a ser como proteger o negócio sem travar processos, elevar custos ou criar estruturas excessivamente complexas: “A automação das operações de Segurança se tornou essencial para traduzir o valor da área para o negócio e garantir resultados palpáveis”.

 

Na Valid, essa visão evoluiu para o conceito de confiança. Pedro Nuno, CISO da companhia, afirma que o papel da área é assegurar a integridade dos dados — especialmente em um ambiente que lida com uma das maiores bases biométricas do mundo. A estratégia envolve identificar as “joias da coroa” e garantir acesso seguro e rápido, apoiado por processos automatizados e por um modelo que substitui funções tradicionais por desenvolvedores focados em automação e IA.

 

A aproximação entre Segurança e operação também ganha força. Rodrigo Hammer, CISO da Conta Azul, explicou que a estrutura de Cyber Fraud Ops da empresa integra Threat Intelligence e times de prevenção a fraude, permitindo automação de primeira camada, uso de IA e redução significativa de custos e tempo de resposta. “É um caminho sem volta”, afirma.

 

Mas automação não significa ausência de supervisão. Denis Prado, Sales Director LATAM da Securonix, reforçou a necessidade de equilíbrio: automações devem reduzir carga operacional e liberar analistas para atividades de maior valor, mas sempre com supervisão humana para evitar riscos decorrentes de excesso de autonomia.

 

A íntegra do debate “A segurança que importa: como unir desafios operacionais, estratégicos e humanos com uma nova abordagem” está disponível no canal da TVSecurity no YouTube e no vídeo abaixo:

 

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