No setor de saúde, proteger clínicas e hospitais de riscos cibernéticos não é suficiente: a cadeia de fornecimento também deve responder a um alto nível de gestão de vulnerabilidades e capacidade de resposta a incidentes. O Grupo Fácil entendeu essa demanda durante seus mais de 30 anos como player da saúde suplementar do Brasil, e avançou em sua parceria com a Clavis para encarar uma jornada de resposta a esse desafio.
Conforme explica o Head de Cibersegurança do Grupo, Leonardo Quites, a diversificação da companhia em oferecer cada vez mais apoio na gestão corporativa em instituições médicas precisava ser sustentada por um fundamento sólido de Cibersegurança, baseado especialmente no controle de ativos digitais, monitoramento de exposição de ambiente e dados e capacidade de responder a riscos cibernéticos de maneira rápida.
“A demanda por gerenciamento de vulnerabilidades era uma das mais importantes, pois não podemos nos contentar em saber se uma brecha é mais ou menos crítica. Precisamos de uma visibilidade total para entender qual passagem deve ser priorizada, qual é mais urgente, qual é mais difícil de explorar, e assim, alinhar com o negócio qual deve ser a melhor estratégia”, explica Quites, durante apresentação do Case de Sucesso no Security Leaders Belo Horizonte.
Com essa necessidade em mente, a companhia recorreu à Clavis com vistas a construir uma jornada ampla de transformação do seu ambiente tecnológico e de Segurança. Para isso, a parceria buscou aproximar, monitoramento, formação de métricas e capacidade de resposta para permitir que o time interno de SI possa enfrentar incidentes no presente e no futuro, além de proteger o ambiente corporativo de ameaças externas e internas.
O primeiro passo para tanto foi estabelecer um Centro de Operações de Segurança capaz de monitorar tanto a ordem de logs gerados constantemente, como também gerar inteligência de ameaças acurada o suficiente para entender as exposições mais críticas e auxiliar no planejamento de respostas. A partir dessa expertise, tanto as ações de resiliência como medidas proativas de Segurança se tornaram mais eficientes.
“Uma visão precisa sobre os riscos no ambiente permitem ao time de Cyber, inclusive, aproximar o board das decisões de SI. Apenas informar quantas vulnerabilidades se corrigiu no ambiente, os executivos não vão entender a importância desse trabalho. Agora, apresentar as exposições mais urgentes e como elas podem impactar a geração de valor, passa a fornecer uma visão mais realista de risco cibernético”, explica Leonardo Pinheiro, CRO e Sócio da Clavis.
A nova jornada de correção permitiu manter um olhar acurado em mais de meio bilhão de eventos, grandes ou pequenos, e que geraram capacidade de resposta cada vez melhor do time. Essa conquista também impactou positivamente as conexões que o ecossistema do Grupo Fácil mantém com seus clientes, visto que os ambientes deles também passou a ser visível e protegido de riscos de terceiros.
Para o Head de Cyber, esse processo bem-sucedido permite avanços na inovação tecnológica dentro da empresa. “A parceria com a Clavis nos deu também visibilidade sobre fatores não-humanos dentro da nossa infraestrutura. Em tempos de avanços rápidos da Inteligência Artificial no meio corporativo, verificar constantemente os usos dessa ferramenta é fundamentam para preservarmos a inovação segura”, conclui Quites.
O Case de Sucesso entre o Grupo Fácil e a Clavis foi apresentado no Security Leaders Belo Horizonte, o terceiro evento regional de 2026. A partir de agosto, o maior e mais qualificado evento de Cibersegurança do país seguirá com a sua caravana por um périplo entre as capitais nordestinas de Recife, Salvador e Fortaleza, enquanto aquece os motores para o Security Leaders Nacional, nos dias 21 e 22 de outubro. Acompanhe as atualizações sobre os próximos eventos no portal do Security Leaders.