Security4IT cresce 152% em 2016

Empresa contabilizou R$ 7,7 milhões em volume de vendas no último ano e aposta no crescimento do setor de Segurança da Informação no Brasil

Compartilhar:

A Security4IT reportou um crescimento em volume de vendas de 152% em 2016, comparado com os resultados de 2015. Para 2017, a empresa projeta uma expansão de 15%.

 

O crescimento está acima da média para o setor de TI, cuja projeção neste ano é de 2,5%, de acordo com a IDC. Ainda de acordo com a consultoria, os investimentos em Segurança devem alcançar US$ 360 milhões até o fim do ano.

 

“O investimento em Segurança da Informação tem se tornado cada vez mais essencial às companhias. O aumento da preocupação garante maior segurança aos dados das empresas e dos usuários, além de alavancar o crescimento do setor”, afirma Cassio Pereira, Diretor Financeiro na Security4IT.

 

“Trabalhamos com soluções e serviços de alto nível, que garantem total segurança aos nossos clientes, reduzindo o grau de exposição dos seus dados às ameaças constantes, o que nos permitiu atingir este resultado positivo, em um mercado desafiador”, conclui.

 

Destaques

Colunas & Blogs

Conteúdos Relacionados

Security Report | Overview

Novo CISO: de “técnico da informática” à peça-chave no Conselho das empresas

Risco cibernético passa a ser tratado como risco de negócio e transforma o executivo de segurança em peça-chave da governança...
Security Report | Overview

América Latina tem maior parcela de empresas com ataques detectados, aponta estudo

Estudo revela que a América Latina lidera os ataques globais em 2025 e projeta um cenário de extorsão focado no...
Security Report | Overview

IA como “operador invisível” acende alerta de governança no setor elétrico

Eficiência da rede diante de eventos climáticos extremos exige equilíbrio rigoroso entre inovação digital e cibersegurança física
Security Report | Overview

Ciberguerra EUA x Irã: Quais os impactos para a infraestrutura brasileira?

Operações cibernéticas passaram a anteceder ofensivas físicas e ampliam riscos à infraestrutura crítica