IA acelera ataques virtuais e amplia exigência por Segurança preventiva, aponta threat intel

Check Point e OpenAI expandem parceria estratégica para embutir modelos cibernéticos avançados diretamente nas ferramentas de proteção corporativa, combatendo o uso de inteligência artificial por cibercriminosos

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O cenário global de ameaças cibernéticas está sendo profundamente remodelado pela inteligência artificial. Segundo a Check Point Software, agentes maliciosos já utilizam IA para agir com mais rapidez, criar ataques convincentes e mapear vulnerabilidades em larga escala, pressionando as organizações a adotarem capacidades defensivas equivalentes ou superiores. 

  

Nesse contexto, a qualidade dos modelos de IA usados na defesa deixou de ser um detalhe técnico e virou variável estratégica. A urgência em fortalecer a prevenção de riscos, acelerar remediações e aprimorar operações tem impulsionado novas abordagens de inteligência artificial, essenciais para equilibrar as forças contra os criminosos digitais. 

  

Como parte desse movimento, a Check Point ampliou sua colaboração com a OpenAI pelo programa OpenAI Daybreak Cyber Partner Program, restrito a um grupo seleto de fornecedores. A iniciativa permitirá incorporar os modelos de IA diretamente aos produtos, fluxos de trabalho e serviços de segurança, mantendo rígidos controles corporativos e limites de saída de dados. 

  

“Nossa parceria com a OpenAI representa um compromisso compartilhado de colocar a inteligência artificial mais avançada em funcionamento dentro das soluções da Check Point nas quais os clientes confiam. Como um dos poucos fornecedores de segurança escolhidos para participar do OpenAI Daybreak Cyber Partner Program, a Check Point está em uma posição única para levar recursos de IA de ponta diretamente às soluções de segurança utilizadas pelos clientes todos os dias”, afirma Roi Karo, Chief Strategy Officer (CSO) da Check Point Software. 

  

Por meio dessa cooperação, as empresas identificam os fluxos defensivos onde o acesso confiável aos modelos, somado às salvaguardas adequadas, pode gerar valor mensurável. O trabalho conjunto também foca no desenvolvimento de padrões para o uso responsável da tecnologia, criando mecanismos de proteção contra o uso indevido e controles para barrar explorações. 

  

A implementação ocorrerá de forma gradual, começando por casos de uso cuidadosamente monitorados e expandindo conforme as defesas comprovem eficácia. Segundo a Check Point, a estratégia reflete a incorporação segura da inteligência artificial em sua plataforma, respeitando o rigor e a responsabilidade exigidos pelos ambientes corporativos modernos.

 

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