A Veeam Software afirma que a digitalização das PMEs e o avanço da inteligência artificial (IA) transformaram a resiliência de dados em uma necessidade estratégica. Diante de ameaças Cibernéticas sofisticadas e automatizadas, as pequenas e médias empresas precisam de níveis de proteção antes restritos às grandes corporações, mas com investimentos compatíveis à sua realidade.
Com a integração da SecuritiAI à sua plataforma, adquirida em dezembro de 2025, a Veeam oferece uma abordagem completa para descobrir, classificar, proteger e recuperar dados críticos em ambientes híbridos, múltiplas nuvens, SaaS e aplicações de IA. Para as PMEs, isso representa acesso a recursos avançados de visibilidade, governança e Segurança, sem demandar grandes equipes especializadas.
O tema ganha relevância no Dia Internacional das PMEs, celebrado em 27 de junho pela ONU, no Brasil, micro e pequenas empresas representam 93,8% dos negócios ativos, segundo o Mapa de Empresas do Governo Federal. Nesse cenário, o grande desafio estratégico do segmento é acelerar a transformação digital sem ampliar proporcionalmente a exposição a riscos cibernéticos.
Segundo pesquisa global da Veeam sobre confiança em dados e IA, apenas 7% das organizações estão efetivamente preparadas para a IA, e 95% afirmam que desafios com dados desaceleram suas iniciativas na área. O estudo mostra que a segurança, a proteção contra vazamentos e a conformidade regulatória são os elementos mais importantes para estabelecer a confiança nos sistemas de IA.
Para José P. Leal Junior, country manager da Veeam Software no Brasil, a democratização da resiliência de dados é fundamental para a competitividade. “As pequenas e médias empresas estão adotando serviços em nuvem, ferramentas de inteligência artificial e aplicações digitais no mesmo ritmo das grandes organizações, mas muitas vezes sem a mesma estrutura de proteção. O desafio do mercado é tornar a resiliência de dados acessível, simples de implementar e economicamente viável também para as PMEs.”
O executivo explica que uma estratégia moderna envolve prevenção, visibilidade de ambientes, proteção contra ransomware e recuperação rápida após incidentes, reduzindo impactos operacionais e financeiros. “O tamanho da empresa não diminui sua atratividade para os cibercriminosos. Pelo contrário. Muitas PMEs são vistas como alvos oportunos porque operam com equipes enxutas e recursos limitados de TI. A boa notícia é que hoje existem soluções que oferecem níveis corporativos de proteção sem exigir a mesma complexidade.”
À medida que a IA se integra aos negócios, as PMEs devem focar em práticas essenciais de proteção. É preciso identificar e classificar dados críticos, entender onde estão guardados e quem os acessa, manter cópias de segurança imutáveis e testadas regularmente, definir prioridades de recuperação antes de qualquer incidente acontecer e estabelecer políticas claras de governança para dados usados por modelos de inteligência artificial.
“A nova fronteira da competitividade para as PMEs não é apenas adotar tecnologias digitais e inteligência artificial, mas compreender quais dados são críticos para a operação, onde eles estão armazenados, quem tem acesso a essas informações e como elas podem estar sendo utilizadas por aplicações de inteligência artificial. Em um ambiente digital cada vez mais distribuído e sujeito a incidentes, democratizar a resiliência significa permitir que pequenas e médias empresas tenham acesso a práticas e capacidades que ajudem a proteger, governar e recuperar dados com rapidez, para que possam inovar, crescer e competir com mais segurança”, conclui Leal Junior.