ESPECIAL ESTUDO DE CASO SECURITY LEADERS: Banco Digital faz da Cibersegurança um diferencial do negócio

Durante apresentação de estudo de caso na edição do Congresso Security Leaders Nacional, o CISO e Head de Cyber Security do C6 Bank, José Luiz Santana, ofereceu uma nova perspectiva de gestão de risco e Segurança, tratando-as como trunfos competitivos no mercado

Compartilhar:

O Congresso Security Leaders Nacional deu palco para uma série de Estudos de Caso apresentados por líderes da indústria de Segurança da Informação com o objetivo de apresentar à comunidade novas formas de proteger as corporações no meio digital. O C6 Bank trouxe para a Arena Security, em parceria com a Cisco, a análise de uma forma diferente de se considerar a SI, visando tornar o negócio mais competitivo, além de protegido.

Para o CISO e Head de Cyber Security do C6 Bank, José Luiz Santana, o mundo digital presente na vida de pessoas e empresas exige protagonismo da Segurança Cibernética, uma vez que não há mais como os indivíduos conviverem e interagirem entre si sem recursos tecnológicos ligados ao ciberespaço. Com isso, as estratégias mais eficientes de proteção tendem a criar mais destaque no mercado.

“Hoje, as empresas de sucesso dependem exclusivamente de credibilidade e confiança dos seus clientes se quiserem gerar valor de marca. Curiosamente, essas mesmas características estão intimamente ligadas à ideia de Segurança. Principalmente no mundo digital, a SI precisa ocupar espaços de maior destaque, como forma de ajudar o próprio negócio e a sociedade”, afirmou Santana.

O executivo lembra que manter um diferencial competitivo significa resolver problemas dos clientes de forma inovadora, rápida, barata e, principalmente, através de uma experiência agradável. Portanto, ao considerarem as empresas para as quais atuam como seus clientes, os líderes podem seguir a mesma abordagem, permitindo à Segurança se tornar parte unificada do negócio, e não apenas um departamento de proteção.

A partir dessa mentalidade, o objetivo do Líder de Segurança passa a ser a gestão de riscos cibernéticos, com o objetivo de direcionar mais eficiência e lucratividade. Essa visão precisa ser incluída em todo o workflow corporativo, desde a contratação de novos produtos até a elaboração de novos processos internos, obedecendo critérios estabelecidos pelas dores das empresas.

“Constituir um time de Cyber pró-negócio envolve basicamente reduzir a fricção com o core business e deixá-lo caminhar sozinho. Agora, ser parte do negócio exige ir além, ajudando o negócio a inovar de forma sustentável. Esse é o caminho mais simples de apoiar o crescimento corporativo, participando dos processos criativos enquanto contribuímos com nossa expertise”, encerra ele.



Assista ao Case de Sucesso do C6 Bank, “Segurança como diferencial competitivo aos negócios” na íntegra pelo canal da TVSecurity no YouTube.


Destaques

Colunas & Blogs

Conteúdos Relacionados

Security Report | Destaques

Articulação global é crítica para transformar proteção de dados, defende Observatório Iberoamericano

Em um mundo onde as informações dos indivíduos não estão mais restritas às fronteiras nacionais, construir cooperação com nações vizinhas...
Security Report | Destaques

Cyber na era dos agentes: como o setor se transforma com a IA autônoma?

Debate no Security Leaders Brasília aborda a transição da automação simples para sistemas autônomos, o futuro do Nível 1 de...
Security Report | Destaques

Ecossistemas em risco ampliam necessidade de proteger supply chain

Líderes de Segurança do setor financeiro discutiram as novas ameaças abertas na cadeia de fornecimento, em especial vulnerabilidades não monitoradas,...
Security Report | Destaques

Por dentro da gestão de risco: Executivos apontam ações para ampliar maturidade Cyber

Líderes de Segurança gaúchos reforçam que a melhor estratégia para gerenciar riscos digitais envolve uma boa maturidade cibernética, construída a...