A Claroty alerta que a digitalização crescente no setor de Petróleo e Gás amplia a exposição a riscos cibernéticos, especialmente em ambientes de Tecnologia Operacional (OT). A adoção de IoT, IIoT e soluções conectadas aumenta a superfície de ataque e exige integração entre equipes, ferramentas e processos de segurança.
Segundo o relatório “O Estado Global da Segurança de CPS 2025”, baseado em pesquisa com 1.100 profissionais, 64% dos entrevistados no Brasil afirmam que seus programas de segurança para sistemas ciberfísicos atendem aos padrões atuais. Apesar disso, 80% reconhecem que novas regulamentações devem exigir ajustes estruturais capazes de impactar operações.
A Claroty aponta quatro frentes prioritárias para elevar a resiliência: visibilidade completa dos ativos ciberfísicos; integração entre tecnologias de TI e OT; aplicação de controles unificados de segurança, incluindo segmentação e monitoramento contínuo; e adoção de práticas que acelerem conformidade com normas internacionais como IEC 62443 e NIST CSF.
A empresa reforça que a modernização do setor exige estratégias capazes de antecipar riscos e garantir continuidade operacional diante do avanço das ameaças.