HAVAN garante segurança de desktops, celulares e câmeras

Varejista, que está em processo de expansão das lojas físicas, precisou trabalhar em algumas demandas internas envolvendo o monitoramento e a segurança de seus aparelhos, além do gerenciamento de ataques bloqueados no WAF (Web Application Firewall). Após implementação de plataforma, empresa conseguiu aumentar a maturidade em cibersegurança

Compartilhar:

A varejista HAVAN vive hoje um processo de expansão de suas lojas espalhadas pelo Brasil. Para melhorar também os aspectos de Segurança da Informação, a empresa tinha alguns desafios: monitorar e garantir proteção em mais de 12 mil desktops, 3.500 celulares e 9.000 câmeras, além de gerenciar os ataques bloqueados diariamente no WAF (Web Application Firewall). Além disso, apenas no segundo trimestre deste ano, foram 95 milhões de e-mails recebidos, apenas 4% eram mensagens limpas, o que necessita ainda mais de uma tecnologia robusta.

 

Rodrigo Weber, Information Technology Coordinator na HAVAN, comenta que a a organização possuía apenas um firewall e um antivírus baseado em assinatura. Segundo Weber, a Segurança era crítica, mas hoje o cenário é completamente diferente e todo o ambiente tecnológico, pois a equipe de SI conseguiu elevar consideravelmente a maturidade em Segurança.

 

Para atingir esse objetivo e superar essas demandas, a varejista contou com o apoio da Cisco e a Teletex. Porém, antes do processo ser iniciado, Weber levou em consideração durante a procura um parceiro que atendesse aos requisitos e que suportasse a expansão vivida pela companhia. “A CISCO hoje é um dos principais parceiros de Segurança da HAVAN e tem nos atendido muito bem, principalmente nos auxiliando na superação dos desafios”, pontua o executivo durante palestra no Security Leaders Nacional.

 

Fábio de Paula, Especialista em Segurança na Cisco, compartilha que a HAVAN procurava um parceiro capaz de trazer mais eficiência aos negócios e evitar futuros problemas no setor de Segurança. “Não existe sistema 100%, mas o que a gente levanta bandeira é que com a arquitetura integrada, conseguimos ter visibilidade e uma resposta mais rápida ao incidente quando ele acontece”, explica o executivo.

 

A Teletex também fez parte dessa jornada e promoveu uma análise do ambiente da HAVAN.  Weber acrescenta que possuir ferramentas de agilidade, além de alertar eventuais ataques são essenciais no cenário atual. “Não adianta trazer muitas tecnologias que em uma investigação de incidentes, por exemplo, tomará muito tempo do time de SI. Então de fato essa arquitetura integrada se tornou bem atrativa para nós”, finaliza Rodrigo.

 

O case apresentado na edição nacional do Security Leaders está disponível na íntegra.

 

Destaques

Colunas & Blogs

Conteúdos Relacionados

Security Report | Destaques

Painel de Incidentes: Ataques de DDoS e invasões cibernéticas desafiam o poder público em 2026

Desde incidentes cibernéticos mirando municípios pelo país à indisponibilidade das principais instituições nacionais, o cibercrime trouxe novos desafios às gestões...
Security Report | Destaques

Infraestruturas críticas: a resiliência ciberfísica como prioridade estratégica em 2026

Painel no Congresso Security Leaders Nacional reforça que proteger ativos essenciais deixou de ser um tema operacional e passou a...
Security Report | Destaques

Ecossistema seguro: lideranças debatem “zona cega” da cadeia de suprimentos

Fragilidade de fornecedores, falta de visibilidade e ausência de programas estruturados expõem cadeias digitais a riscos cibernéticos. Debate no Congresso...
Security Report | Destaques

Avanço regulatório na SI prepara o Brasil para combate à desinformação e fraudes?

Novas diretrizes do GSI buscam instituir Grupos de Trabalho de olho na resiliência cibernética, governança e atuação mais estratégica dos...