Universidades aprimoram segurança de rede com estratégias de Zero Trust

Durante o Security Leaders Brasília, executivo da HPE Aruba Networks destacou os desafios e abordagens adotadas por instituições de ensino do setor público para mitigar riscos em ambientes acadêmicos

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As instituições de ensino superior no Brasil operam em ambientes de rede heterogêneos, enfrentando desafios relacionados ao comportamento dos usuários e à complexidade da infraestrutura. Para mitigar riscos e elevar o nível de segurança, universidades federais têm buscado colaboração com organizações especializadas, adotando práticas como a microssegmentação para fortalecer suas defesas. Esse foi um dos Casos de Sucesso apresentados no Security Leaders Brasília 2025, pelo Territory Manager da HPE Aruba Networks, Fabrício Alves.

 

De acordo com o executivo, a proteção da rede exige uma abordagem adaptada às particularidades das instituições de ensino, especialmente quando são do setor público. “É fundamental considerar não apenas os requisitos técnicos de segurança e conectividade, mas também as expectativas dos usuários por experiências eficientes e seguras no ambiente digital”, reforça Alves durante apresentação de case no palco do Security Leaders.

 

Alves apresentou como exemplo uma das Instituições parceiras da HPE Aruba Networks que contou com um processo de implantação de sistema Zero Trust, visando superar esses desafios da conectividade segura em ambientes de Ensino Superior. Ele reforçou que foi implementado um conjunto de projetos que permitiram acessos controlados para mitigar os riscos de vazamentos ou incidentes de SI.

 

A adoção do modelo de Zero Trust em universidades exige uma abordagem multidisciplinar, continua ele, e deve levar em conta quem acessa a rede e em quais condições. Para Fabrício Alves, fatores como tipo de dispositivo, sistema operacional e autenticação são cruciais para limitar acessos de servidores, visitantes e terceirizados. A estratégia da empresa inclui controle rigoroso e autenticação multifator em todas as etapas, o que ajuda a conter ameaças em ambientes de data center — onde, segundo o executivo, 60% do tráfego é lateral e exige segmentação para mitigar riscos.

 

Abordagem microsegmentada

Ainda sobre a implementação, Alves reforçou que os times de infraestrutura precisam pensar na Cibersegurança, pois, nesses casos, há uma necessidade de diversos usuários e da própria Reitoria das Universidades de ter uma conectividade segura, adaptada a cada orçamento, curso e características. Além disso, a participação desses profissionais em uma abordagem segmentada permitirá equilibrar Segurança e estabilidade da rede.

 

“A ideia da Aruba é levar essas respostas personalizadas para cada demanda conforme o Instituto atendido. Estamos fazendo parte disso há dez anos, aplicando diversos tipos de políticas e contextos para cada tipo de Universidade”, encerrou o especialista.

 

O Case de sucesso das Universidades Públicas do Brasil com a HPE Aruba foi apresentado durante o Security Leaders Brasília de 2025. A próxima parada da caravana de painéis de debates e estudos de caso do SL será Porto Alegre, no dia 9 de abril. As inscrições estão abertas e disponíveis pelo link.

 

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