Seis recomendações para proteção contra ataques cibernéticos em 2023

Faltando apenas algumas semanas para o final de 2022, os profissionais do setor de Segurança da Informação começaram a pensar nos desafios do próximo ano, que deve continuar com os principais tipos de ciberataques aos quais os usuários estão expostos na internet como o phishing

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A Lumu Technologies listou uma série de recomendações para que as pessoas ajam com segurança quando tiverem qualquer tipo de contato com a rede. Germán Patiño, vice-presidente de vendas da companhia para América Latina, destaca que em um mundo hiperconectado, as pessoas usam cada vez mais a internet para resolver suas necessidades diárias.

 

“A tecnologia permite que o usuário realize diferentes tarefas e conecte-se a vários sites a partir de um dispositivo móvel ou de um computador pessoal. O comportamento preventivo do usuário em cada uma dessas ações definirá o limite de acesso dos invasores, portanto, a cibersegurança deve sempre ser uma questão primordial para as pessoas”, explica o executivo.

 

Os principais tipos de ciberataques aos quais os usuários comuns estão expostos diariamente são: phishing/smishing (e-mail e mensagens de texto maliciosas); engenharia social; sequestro de informações; fraude; personificação e cyberbullying (assédio na rede).

 

Para evitar esses e outros tipos de ataques, a Lumu Technologies recomenda seguir seis dicas:

 

• Minimize as informações pessoais que são expostas nas redes sociais;

• Mantenha o computador e o dispositivo móvel com as atualizações mais recentes do sistema;

•  Ative o antivírus e o Firewall em computadores pessoais e familiares;

•  Pense duas vezes antes de clicar em um link;

• Use senhas fortes, mas acima de tudo ative a autenticação multifator (MFA) sempre que estiver disponível nos computadores;

• Compartilhe dicas de segurança cibernética com familiares e amigos.

 

Caso haja suspeita de uma possível violação, a empresa especialista em cibersegurança recomenda agir da seguinte forma:

 

• Bloquear imediatamente o acesso a todos os produtos financeiros;

• Alterar a senha da internet se suspeitar que há pessoas externas conectadas à rede;

• Assim que houver algum tipo de suspeita, identificar os possíveis serviços comprometidos e realizar alterações preventivas nas senhas;

•  Revisar com o provedor de celular e internet a recuperação da conta;

• Comunicar às autoridades competentes e denunciar, isso ajuda a evitar que outras pessoas sejam vítimas;

• Criar e fortalecer o plano de resposta a um possível ataque, de forma a adquirir um comportamento preventivo aos riscos gerados pela presença na internet.

 

“Assim como cuidamos da nossa relação com o meio ambiente, ter um círculo de confiança na rede é essencial para entender a forma como interagimos com eles: eu, família, amigos, colegas, conhecidos e por fim estranhos são os filtros de acesso a informações que devemos aplicar à nossa presença na internet. A cibersegurança é uma tarefa complexa, mas não precisa ser assim; existe uma maneira eficiente de operá-la, e o primeiro passo é identificar como o adversário entra na rede para tomar as medidas adequadas a fim de fechar a lacuna de detecção”, finaliza Patiño.

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