Prodesp renova acordo para o fornecimento de plataformas de cibersegurança

Poupatempo, Detran.SP, Secretaria de Estado da Saúde, CPTM e Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) são alguns dos parceiros

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A Prodesp renovou o acordo operacional com a Trend Micro Brasil, o documento assinado, denominado “Acordo Advanced”, estabelece regras entre a Prodesp e a Trend Micro para contratações futuras, a partir de um programa especial de licenças de uso e manutenção.

 

A parceria possibilita a toda Administração Pública Estadual e Municipal, direta e indireta, a contratação de produtos, plataformas e suporte técnico da Trend Micro, sem a necessidade de cadastramento prévio ou licitação, assegurando sempre condições comerciais favoráveis aos beneficiários por meio de contrato diretamente com a Prodesp.

 

O Poupatempo, Detran.SP, Secretaria de Estado da Saúde, CPTM e Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) são alguns dos parceiros Prodesp que já contrataram soluções da Trend Micro por meio deste acordo.

 

São mais de 50 mil ativos já monitorados e protegidos a partir do acordo, entre equipamentos de usuários finais (workstations, notebooks e mobile), servidores (físicos, virtuais e nuvem) e redes, com soluções como o APEX ONE, XDR, DEEP DISCOVERY, DEEP SECURITY, TIPPINGPOINT, entre outras.

 

“A missão da Prodesp é oferecer sempre as melhores experiências, por meio de soluções tecnológicas inovadoras que superem as expectativas dos clientes”, afirma André Arruda, presidente da Prodesp.

 

Levantamento realizado pela Trend Micro, no Brasil, aponta que o segmento governamental é o alvo principal dos cibercriminosos. O setor lidera o ranking, nos últimos dois anos, com 40% dos ataques em 2019, e 35,3% das ameaças bloqueadas em 2020, com mais do que o triplo das detecções em relação ao segundo colocado.

 

Segundo Renato Tocaxelli, gerente de Governo da Trend Micro, o Brasil é uma das nações com maior investimento em Governo Digital, muitas vezes com a cibersegurança não acompanhando o mesmo ritmo da transformação tecnológica, o que faz com que grande parte dos sistemas brasileiros estejam com vulnerabilidades e suscetíveis a crimes cibernéticos.

 

“Estamos felizes com o acordo porque ele reforça a importância que a cibersegurança precisa ter dentro das empresas, sejam elas públicas ou privadas”, finaliza Tocaxelli.

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Rui Borges

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