Mercado espera cerca de R$44 milhões em tentativas de fraude na Black Friday

Estimativa representa queda de 40% nos valores perdidos quando comparados com os de 2022. Especialista da ClearSale, entretanto, alerta que esse número foi causado pelo crescimento do consumo legítimo, mantendo a necessidade de seguir práicas corretas de proteção

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De acordo com um levantamento realizado pela ClearSale, o varejo deve sofrer cerca de 28,5 mil tentativas de fraude no fim de semana da Black Friday 2023, que acontecerá entre os dias 23, 24 e 25 de novembro.  Em valores, o número deve chegar a R$43,9 milhões. No ano passado, este valor foi de R$69,6 milhões, segundo a companhia.  



Em 2023, a estimativa é de redução de aproximadamente 40,4% no volume de pedidos em relação ao ano passado. “É de extrema importância ressaltar que os percentuais baixos de tentativas de fraude não significam uma diminuição nas tentativas, apenas reforçam um aumento representativo nos pedidos bons. Apesar da queda apontada na projeção, que já era esperada devido ao momento atual do e-commerce, os números seguem altos, o que torna o papel da companhia essencial na prevenção contra os golpes”, aponta Matheus Manssur, Superintendente Comercial da ClearSale.  



Por isso, é imprescindível que alguns cuidados sejam tomados na hora de realizar compras. A ClearSale fornece algumas dicas para que possíveis dores de cabeça sejam evitadas durante o período. 

Ainda que seja época de descontos, algumas lojas vendem produtos a preços extremamente baixos, o que não é normal. Caso não tenha tido a chance de monitorar os valores com antecedência, desconfie dessas promoções, pois podem ser enganosas. 

Não confie em sites que apresentam opções de pagamento limitadas, principalmente se ofertarem apenas a possibilidade de pagamentos em boleto bancário e Pix. Se possível, opte sempre pelo cartão virtual para realizar suas compras. 

Antes de realizar as compras, verifique a avaliação da loja em plataformas de reclamação. Caso não existam avaliações ou outras formas de identificação, como redes sociais da loja, não compre. 

É comum que os golpistas criem sites falsos, com erros de ortografias, excesso de dígitos e letras duplicadas na URL. Antes de comprar, verifique possíveis erros e certifique-se de que está no site oficial da loja. 



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