Estudo revela que 68% das organizações reportaram um incidente de ransomware nos últimos dois anos

Levantamento destaca que mais de 40% dos ataques foram originados por e-mail e a maioria (92%) não pagou por resgate

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A Veeam revelou que 68% das organizações latino-americanas reportaram um incidente de ransomware nos últimos dois anos. O resultado foi revelado a partir de um estudo sobre o tema feito com 1.785 clientes da Veeam espalhados ao redor do mundo.

 

“Os números mostram que, apesar do ransomware ser uma ameaça conhecida, as empresas continuam sendo vítimas dessa modalidade à medida que as técnicas dos cibercriminosos evoluem”, comenta Elder Jascola, country manager da Veeam no Brasil. Segundo o executivo, é fundamental que as organizações, de todos os portes e segmentos, estejam preparadas para mitigar os riscos e saber como proceder em caso de um incidente desse tipo.

 

O levantamento mostra que o SPAM por e-mail continua sendo a principal porta de entrada da ameaça nas companhias, com 42% dos incidentes tendo começado por meio desse vetor. Cerca de 33% foram originados a partir de acessos remotos não protegidos. Entre as principais consequências dos ataques do ransomware reportadas estão a perda de dados (25%), o tempo de inatividade (24%) e a perda de produtividade (21%).

 

Recentemente, o estudo 2020 Data Protection Trends revelou que, no mundo todo, 95% das empresas sofrem paralizações inesperadas, com pelo menos 10% dos seus servidores tendo ao menos uma parada por ano ficando, em média, duas horas inativos. Uma hora de inatividade para uma aplicação de “alta prioridade” custa US$ 67.651, segundo estimativas. A mesma hora para uma aplicação “normal” custa US$ 61.642. Com esses custos de impacto, fica claro que todos os dados são importantes, e que o tempo de inatividade é intolerável em qualquer tipo de companhia.

 

“O backup continua sendo uma das principais armas contra o ransomware, principalmente quando aliada à Veeam 3, 2, 1, uma regra a qual orientamos os nossos clientes a seguir há muitos anos, que é de ter pelo menos três cópias dos seus dados, armazenar estas cópias em duas mídias diferentes e manter uma delas fora do site”, finaliza Jascolka.

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Rui Borges

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