os riscos de empresas que demoram a se recuperar de um ataque

Estudo da Ponemon Institute “Cost of Data Breach Report 2022” revelou que 60% das violações de dados nas organizações impactam no aumento de preços para os clientes. O custo médio de uma violação bateu recorde histórico de US$ 4,35 milhões em 2022, o que representa um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior

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Aproximadamente 83% das empresas sofreram mais de uma violação de dados. É o que revela o mais recente relatório Cost of Data Breach Report 2022, da Ponemon Institute, consultoria do mercado de cibersegurança, que entrevistou 550 organizações em 17 países e 17 setores diferentes.


O estudo apontou que cerca de 60% das violações de dados levaram a aumentos de preços para os clientes. O custo médio de uma violação foi o recorde histórico de US$ 4,35 milhões, o que representa um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior e um aumento de 12,7% em relação a 2020, representando uma grande perda de lucro em todos os setores.

Diante dessa realidade, a Quest Software, em parceria com a Forrester Consulting, conduziu o estudo Total Economic Impact (TEI) para examinar o retorno potencial sobre o investimento (ROI) das empresas com a implantação do RMAD DRE – Recovery Manager for Active Directory Disaster Recovery Edition da Quest Software.

“O Active Directory (AD) é o alvo favorito dos criminosos. Nenhuma ofensiva é tão confiável ou oferece uma recompensa tão grande quanto o AD. Backups de sistemas críticos são agora um foco dos invasores e, como resultado, a exposição deve ser minimizada e o risco precisa ser reduzido. Quanto maior o nível de penetração, maior perda de dados e impacto nos negócios”, afirma o diretor LATAM Quest para Microsoft Platform Management Director, Thiago Lopes.


“As empresas precisam aumentar a visibilidade de quem tem acesso a seus sistemas críticos. Reduzir sua exposição, seu risco e, claro, despesas com segurança e compliance, além de simplificar sua arquitetura de cibersegurança. Quanto mais ágil é a recuperação, menor o dano financeiro e, principalmente à reputação das companhias”, avalia Thiago Lopes.


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