Nova diretiva de Cibersegurança da União Europeia gerará impactos no Brasil, alerta especialista

Empresas brasileiras precisam se preparar para atender aos novos padrões de segurança cibernética impostos pela NIS2

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A nova diretiva da União Europeia, conhecida como NIS2, entra em vigor em 18 de outubro de 2024, trazendo uma série de mudanças significativas para as empresas, dentre elas a proteção de setores críticos contra ataques cibernéticos. Essa regulamentação estabelece requisitos mais rigorosos de conformidade e resposta a incidentes, visando fortalecer a segurança cibernética e a resiliência de infraestruturas essenciais.

 

Embora a NIS2 seja uma legislação europeia, seus efeitos serão sentidos globalmente, incluindo no Brasil. Empresas brasileiras que operam no mercado internacional ou que têm parcerias com empresas europeias precisarão se adequar às novas normativas para garantir a continuidade de seus negócios e manter a confiança dos parceiros internacionais. A adoção de padrões mais elevados de segurança cibernética será crucial para evitar interrupções operacionais e proteger dados sensíveis.

 

A NIS2 prevê penalidades financeiras significativas para a não conformidade, o que aumenta a urgência para as empresas se adequarem às novas normas. A necessidade de conformidade com a NIS2, estimula um aumento na demanda por soluções avançadas de segurança cibernética no Brasil. As empresas terão que investir em tecnologias de proteção e em estratégias de resposta a incidentes que atendam aos novos requisitos. Esse movimento representa uma oportunidade significativa para o mercado de segurança cibernética no país.

 

Um exemplo de empresa brasileira que está se preparando para esse cenário é a Nexa Tecnologia. Especializada em segurança para ambientes industriais, a Nexa tem se destacado ao oferecer soluções que proporcionam segurança contínua e eficiente. Para Sérgio Eler Costa, diretor de Tecnologia da empresa, a diretiva NIS2 representa um marco importante na evolução da segurança cibernética global. “Embora seja uma regulamentação europeia, os seus impactos serão sentidos em todo o mundo, incluindo no Brasil. As empresas brasileiras precisarão adotar padrões mais elevados de segurança para garantir a conformidade e a continuidade de suas operações”, afirma.

 

A implementação da NIS2 também destaca a importância da colaboração internacional na luta contra as ameaças cibernéticas. Com a crescente interconectividade dos sistemas e a globalização dos negócios, a segurança cibernética tornou-se uma prioridade estratégica para empresas de todos os setores. A diretiva NIS2 reforça a necessidade de uma abordagem proativa e colaborativa para enfrentar os desafios cibernéticos.

 

Com a entrada em vigor da NIS2, espera-se que as empresas brasileiras intensifiquem seus esforços para fortalecer suas defesas cibernéticas. Investimentos em tecnologias avançadas, treinamento de pessoal e desenvolvimento de estratégias eficazes de resposta a incidentes serão essenciais para atender aos novos requisitos e proteger as operações contra ameaças cibernéticas.

 

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