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Mulheres são maiores vítimas de vazamentos de dados na internet

Levantamento da ONG SaferNet revela que 70% das vítimas dos compartilhamentos de fotos íntimas é do sexo feminino e 65% dos casos de cyberbullying também tiveram as mulheres como principal alvo

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O compartilhamento de fotos íntimas em sites e aplicativos para smartphones sem consentimento é um problema que vítima, principalmente, as mulheres no Brasil. De acordo com o último levantamento da ONG SaferNet, organização de defesa dos direitos humanos na internet, dos 301 casos desse tipo de crime registrados em 2016, quase 70% das vítimas eram mulheres.

 

Ainda segundo a SaferNet, os casos de cyberbullying, intimidação e/ou discriminação pela internet, também tiveram o público feminino como principal alvo, com 65% do total das 321 denúncias oficiais em 2016.

 

Cuidado com o armazenamento e compartilhamento de informações

 

Fotos e vídeos estão constantemente na mira de pessoas mal-intencionadas. Portanto, para não ter sua privacidade exposta no mundo digital, é recomendável evitar o compartilhamento de dados pessoais e o armazenamento de fotos íntimas em sites não seguros.

 

Reforce sua segurança

 

Criar senhas seguras e diferentes para cada site e aplicativo é uma importante medida para impedir que arquivos íntimos caiam em mãos erradas. Evite utilizar senhas óbvias como datas de aniversários, CPF, telefone ou outro dado que possa ser facilmente obtido. Além disso, você pode redobrar sua segurança com uma senha extra. Aplicativos de segurança podem disponibilizar a função Cofre que protegem sua galeria de fotos e outros apps.

 

Tive fotos íntimas vazadas. E agora?

 

Registre um Boletim de Ocorrência (B.O.) – O compartilhamento de materiais com teor íntimo ou sexual sem consentimento é crime. Reúna tudo o que foi divulgado e vá até uma delegacia para fazer um Boletim de Ocorrência, relatando o que houve. Você também pode preservar as provas registrando uma Ata Notarial em qualquer Cartório de Notas (ou Tabelionato de Notas). O documento lavrado tem plena validade jurídica, ou seja, ninguém poderá contestá-lo em um futuro processo judicial.

 

Procure um advogado – Com as provas, o B.O. e a Ata Notarial (que não é obrigatória) em mãos, fale com um advogado – de preferência, especializado na área de Direito Digital.

 

Fale abertamente sobre o assunto – Vergonha ou medo só reforçam a impunidade. Por isso, garanta os seus direitos e não se cale. Lembre-se: a culpa nunca é da vítima! Além disso, procure apoio de amigos e familiares.

 

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