Malware de Android rouba credenciais do Uber

Técnicas de engenharia social colocam milhões de usuários do aplicativo em risco

Compartilhar:

A Symantec lançou uma pesquisa que descreve como um novo malware de Android rouba credenciais do Uber e usa links profundos dentro do aplicativo Uber para cobrir o hacking. Ao analisar a variante mais recente do malware Android.Fakeapp, a Symantec descobriu novas técnicas de engenharia social que colocam milhões de usuários do Uber em risco.

 

As principais descobertas incluem:

 

Android.Fakeapp falsifica a interface do Uber em intervalos regulares, até fazer com que o usuário insira sua ID e senha do Uber.Depois das informações inseridas, o malware as envia para seu servidor remoto.

 

Para despistar o usuário, a variante do Fakeapp exibe uma tela do aplicativo legítimo do Uber que exibe a localização atual do usuário.O malware usa um URI (identificador uniforme de recurso) de link profundo do aplicativo legítimo que inicia a atividade Ride Request (solicitar viagem) do aplicativo, com a localização atual da vítima como ponto de partida.

 

Para obter mais informações adicionais, acesse: Pesquisa completa

 

Destaques

Colunas & Blogs

Conteúdos Relacionados

Security Report | Overview

22 segundos é a nova velocidade do ataque cibernético, segundo relatório

A Redbelt Security apresentou o dado na 5ª edição do EXPAND, que ainda ressaltou o vetor de entrada mais comum...
Security Report | Overview

Roubo de contas no Instagram expõe riscos de autonomia da IA?

Possível invasão de contas do Instagram por meio de chatbot de suporte com IA reforça riscos de delegação excessiva de...
Security Report | Overview

Técnica dos anos 60 é reutilizada para criar QR codes maliciosos, alerta pesquisa

Kaspersky identifica técnica que recria QR Codes usando apenas letras e símbolos de teclado, burlando proteções tradicionais que só buscam...
Security Report | Overview

Threat Intel detecta aumento de ataques direcionados à Copa do Mundo FIFA 2026

Setores financeiro, de transporte, hotelaria e apostas online estão entre os principais alvos dos cibercriminosos, aponta estudo da companhia