Hacker está vendendo 32 milhões de senhas do Twitter

Russo identificado como Tessa88 disponibilizou na dark web um lote de credenciais por 10 Bitcoins, algo em torno de R$ 19.500, que pode ter sido obtido através de malware

Compartilhar:

Um russo identificado como Tessa88 está tentando vender na dark web um lote de 32 milhões de credenciais do Twitter, incluindo e-mails, senhas, endereço e nome de usuário, por 10 Bitcoins (cerca de R$ 19.500).

Segundo informações do TechCrunch, a rede social alega não ter sofrido nenhum ataque recente e especialistas supõem que dados podem ter sido referenciados em outros vazamentos (como do LinkedIn ou Myspace, por exemplo).

O site LeakedSource, que cataloga informações de vazamentos e permite que usuários excluam seus dados do banco de dados gratuitamente, acredita que as credenciais foram coletadas através de malwares que infectaram navegadores de internet, como Firefox e Chrome, ao invés de terem sido obtidos diretamente do Twitter. A maioria dos usuários afetados parece ser da Rússia – seis dos 10 domínios mais recorrentes são russos, incluindo “mail.ru” e “yandex.ru”.

* Com informações do TechCrunch

Destaques

Colunas & Blogs

Conteúdos Relacionados

Security Report | Overview

22 segundos é a nova velocidade do ataque cibernético, segundo relatório

A Redbelt Security apresentou o dado na 5ª edição do EXPAND, que ainda ressaltou o vetor de entrada mais comum...
Security Report | Overview

Roubo de contas no Instagram expõe riscos de autonomia da IA?

Possível invasão de contas do Instagram por meio de chatbot de suporte com IA reforça riscos de delegação excessiva de...
Security Report | Overview

Técnica dos anos 60 é reutilizada para criar QR codes maliciosos, alerta pesquisa

Kaspersky identifica técnica que recria QR Codes usando apenas letras e símbolos de teclado, burlando proteções tradicionais que só buscam...
Security Report | Overview

Threat Intel detecta aumento de ataques direcionados à Copa do Mundo FIFA 2026

Setores financeiro, de transporte, hotelaria e apostas online estão entre os principais alvos dos cibercriminosos, aponta estudo da companhia