Cursos criam mais oportunidades às mulheres em cibersegurança

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Por meio de seu programa SecureAcademy, a Check Point atualiza cursos de educação e treinamento essenciais no setor de segurança cibernética, incluindo os cursos em parceria com a WOMCY

A Check Point comemora um ano da aliança estratégica com a WOMCY, Latam Women in Cybersecurity (uma organização sem fins lucrativos com foco no aumento das oportunidades para as mulheres em segurança cibernética na América Latina) para ações conjuntas que fortalecem as ofertas de capacitação profissional às mulheres, promovendo maior diversidade no setor de segurança cibernética na América Latina. Nesse período, foram emitidas 16 certificações SecureAcademy Nano-Degrees; e atualmente há 283 usuárias no Check Point SecureAcademy — WOMCY Team, resultado da parceria entre a empresa e a organização.

Os cursos da Check Point SecureAcademy — WOMCY foram atualizados ao mesmo tempo que as ofertas de treinamentos e certificações com os parceiros acadêmicos. Entre os programas estão o SecureAcademy Programa Nano-Degree no qual profissionais de cibersegurança recebem certificação em Networking Security, Cloud Security e Endpoint Security.

São cursos gratuitos e ministrados no idioma inglês. Depois de concluir os três cursos do programa, o diploma de Nano-Degree é concedido com um selo especial da Check Point Software. Outro programa liderado pela WOMCY é o WOMCY Tech, que visa atrair talentos qualificados, treinamento e educação, tanto para a Check Point Software quanto para o mercado de cibersegurança.

Embora as estatísticas apontem que apenas 25% das profissionais de cibersegurança são mulheres no mundo, de acordo com o artigo “Empowering Women to Work in Cybersecurity Is a Win-Win”, do Boston Consulting Group, a perspectiva sobre a participação das mulheres especificamente em segurança cibernética é promissora, uma vez que a batalha das mulheres no mercado de trabalho em busca de maior igualdade de gêneros é contínua e abrange diversos setores. “No que tange ao setor de TI, ambiente predominantemente masculino, felizmente vemos um aumento da representatividade feminina e isso é confirmado por meio de pesquisas de mercado que indicam o crescimento da nossa participação em 60% nos últimos cinco anos”, afirma Thaís Santana, gerente de Distribuição LATAM na Check Point Software.

De acordo com Thaís, as habilidades tecnológicas e as experiências únicas que as empresas buscam atualmente para atrair e desenvolver o talento de mulheres interessadas no setor e em cibersegurança têm gerado essa expectativa positiva. “Em um contexto em que a escassez de habilidades tecnológicas comina os planos de transformação digital de organizações em todo o mundo e o trabalho híbrido e flexível ganha mais adesão, a diferença de gênero pode reduzir, proporcionando um quadro mais otimista na atração e desenvolvimento dos talentos femininos.”

Ela destaca também a importância de sensibilizar as empresas para cada vez mais promoverem a inclusão de gênero. Há vários estudos no mercado que comprovam que equipes com diversidade de opiniões, comportamentos, experiências e habilidades têm maior performance e geram melhores resultados, pois tendem a buscar soluções inovadoras, desenvolver conexões e abordar novas perspectivas. Para tornar o ambiente de trabalho mais inclusivo às minorias, é necessário que essa população tenha acesso a informação, para capacitar-se, e o ambiente seja acolhedor.

“As mulheres não deveriam olhar para o setor de tecnologia e pensar que esse ambiente não é para elas. Para quebrar esse tabu, é necessário começar lá atrás, na escola, que tem papel fundamental no incentivo e empoderamento de mulheres para o mercado. E assim, estimular o envolvimento delas nas áreas de exatas, tecnologia e programação; abordando a ampla possibilidade de atuação”, recomenda Thaís.

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