O fator humano como segurança estratégica

Com soluções focadas no elo mais fraco da cadeia, Forcepoint aproveita base instalada a partir de fusões anteriores para se reposicionar no mercado e conquistar novos clientes

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Constituída há três anos como o resultado da fusão entre a Raytheon, Websense e Stonesoft, a Forcepoint é uma companhia de Segurança corporativa que vem investindo cada vez mais no mercado brasileiro. Nos últimos meses, a empresa anunciou as contratações de Paulo Macedo (Country Manager) e Wagner Tadeu (VP de Vendas) no País e busca um posicionamento estratégico como uma fornecedora de soluções focadas no fator humano.

 

A organização aproveita a base de clientes  – que é a maioria – vinda das companhias anteriores para mostrar seu novo portfólio e conquistar novos usuários. Entre os destaques desse novo arsenal estão soluções de CASB, Next Generation Firewall e UEBA.

 

Segundo Tadeu, o CASB segue como uma das principais tecnologias em ascensão no mercado, até mesmo pelo momento de propiciar mais visibilidade na Nuvem. O NGFW cresce à medida que ameaças como o ransomware se espalham entre as organizações. Já o UEBA é uma tecnologia que tende a se popularizar cada vez mais entre as companhias devido ao seu caráter analítico.

 

Na opinião do executivo, a maioria das organizações possui boa maturidade em Segurança, mas poucas soluções ainda são centradas no comportamento humano, considerado o elo mais fraco da cadeia. É por conta disso que o UEBA deve crescer. “Essa tecnologia estuda o perfil do usuário e vai estabelecendo níveis de risco de acordo com as tarefas que ele realiza”, explica.

 

Conhecido por gerar grandes volumes de dados, o SIEM tem fama de dificultar a compreensão dos eventos que requerem mais atenção. E é para oferecer mais inteligência às equipes de Segurança das empresas que o UEBA é integrado ao SIEM. “Com recursos de Inteligência Artificial, é possível avançar na compreensão dos incidentes”, afirma Tadeu.

 

A combinação entre tais soluções tende a tornar a segurança corporativa mais eficaz, considerando que essa estratégia permitirá às empresas estabelecer um controle mais rigoroso sobre os logs e traçar novas prioridades para os analistas.

 

Ao focar suas atividades em ameaças internas e no comportamento dos usuários, é possível compreender o ciclo de vida da informação nas organizações, levando às equipes a possibilidade de proporcionar uma estratégia de proteção de dados mais adaptável e condizente com a mutabilidade das ameaças.

 

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