A V360 foi fundada em 2019 com o objetivo de estabelecer um novo padrão de otimização fiscal para as grandes corporações do Brasil, oferecendo plataformização ampla de ponta a ponta. Para que essa estratégia avançasse, a Segurança dos dados utilizados pelos clientes era fator diferencial para um serviço de sucesso. Algo que a gerenciadora foi capaz de alcançar a partir da parceria com a Clavis, que elevou o padrão de SI na gestão de informações.
De acordo com o Head de GRC da v360, Diego de Oliveira, a empresa buscou, desde o início, encarar os investimentos em Cibersegurança não apenas como uma prioridade, mas também como um diferencial competitivo diante de seus concorrentes. Em um contexto de informações descentralizadas dos clientes, que precisam transitar de forma segura fim-a-fim, as grandes preocupações envolviam riscos de fraude, exposição de dados e imprecisão documental.
“Habitamos um cenário em que 10% do PIB nacional passa pela nossa ferramenta. Com tantos valores, fornecedores e negócios sendo fechados nesse espaço, carregando dados extremamente sensíveis, é preciso manter o padrão de proteção de dados o mais alto possível, de forma a preservar a continuidade do business, a confiança e a credibilidade do que fazemos”, disse Oliveira, durante apresentação desse case no Security Leaders Rio de Janeiro.
Foi buscando esse alto padrão de Segurança que a V360 avançou na parceria desde o início com a Clavis, incluindo investimentos de proteção de registros que contaram com franco aumento ao longo dos anos. Esse processo contou com aplicação de frameworks de Segurança nos processos digitais, bem como inclusão de novos padrões criptográficos e Threat Intelligence, com vistas a antecipar eventuais ações fraudulentas.
A jornada culminou com um aumento importante no aporte de investimentos da Cibersegurança em 2025, com aplicação de recursos em Segurança de Infraestrutura como Código e ampliar a inteligência de máquina já aplicada nesse ecossistema. Tais avanços deram suporte ao aumento no número de clientes na última década, com esse número dobrando apenas entre 2021 e 2022.
“A peça fundamental da nossa estratégia envolveu fazer a Cibersegurança desses dados trabalhar em favor do negócio, o que nos permitiu não apenas justificar os investimentos no setor, mas também incentivar esse aumento para os próximos anos, já que ele é essencial para garantir a confiabilidade dos novos clientes. Entender essa conexão entre Segurança, confiança e valor é o cerne da jornada”, acrescenta o Head de GRC.
Já na visão de Leonardo Batista, Chief Revenue Officer e Sócio da Clavis, ter o apoio do board para fazer evoluir a Cibersegurança foi um divisor de águas. “Para a percepção do business, Cibersegurança é um risco, assim como o aumento da inflação do dólar. Por isso, é importante que eles compreendam que a SI também é um diferencial competitivo no momento de fechar novas parcerias, tornando esse setor como parte do produto”, concluiu.
O Security Leaders na Cidade Maravilhosa foi a segunda parada regional do roadmap de 2026, que, agora, será seguido com a edição em Belo Horizonte, no próximo dia 12 de maio, no Ouro Minas Hotel Belo Horizonte. O Congresso na capital mineira contará com Painéis de Debate, estudos de caso e um amplo espaço de networking entre os grandes líderes de Cyber do estado. Inscrições abertas para usuários de tecnologia pelo link.